Tuesday, February 07, 2006
Aquele paneleiro, cabrão de merda, filho de uma granda puta...
Não tenho postado, é um facto. De quem é a culpa, minha não é certamente, eu bem tenho tentado mas o material novo tarda a acontecer. E de quem é a culpa? Daquele porco, filho de uma grande cabra, que o pai é um boi de má raça paneleiro do James Blunt. Quando é que as gajas se convencem que aquilo é um veado maior que o Castelo Branco, que tem um cu maior do que o orifício conal delas próprias? Minhas amigas, aquilo é coro de péssima qualidade! Vocês NÃO são todas lindas! Aliás muitas de vocês são pura e simplesmente horríveis, têm halitose e cheiram mal dos pés. Por causa desse cabrão, vi-me na humilhante posição de cortejar menina gorda e quando digo gorda, leia-se baleia de mais de 200 kilos com mais pêlos no peito do que eu e que, mesmo assim não me passou cartão porque alguém (mentindo) lhe disse "You're beautiful! You're beautiful, it's true!" Mas, qual verdade? A verdade é que à custa disso, muito vulva de desastrosa a inadequada qualidade acha-se a Angelina Jolie! Meus amigos, fodilhões ou punheteiros, unamo-nos todos contra esta música de merda enquanto é tempo! Queremos voltar a foder, apesar do nosso excesso de peso e de parecermos grávidos de 5 meses! Que volte o tempo do coro fácil em que só era necessário dar um pouco de auto-confiança à cona média portuguesa!
Thursday, January 05, 2006
Post Scriptum ao "Punheta como nós (ou Maximino segundo Manuel Alegre II)"
Não era uma punheta qualquer. Era uma punheta com aspirações presidenciais ou, como satisfação, uma punheta com aspirações a uma segunda volta.
Sunday, September 25, 2005
The Ultimate Fuck
As últimas performances sexuais, podem ser consideradas a nova estratégia fodangal para o fodilhão do século XXI. Ao nível sexual, um fodilhão moderno tem de ser tipo eu, o Rochemback da foda, um gajo caralhudo que foda box to box, que é como quem diz, alterne a real conaça pelo real ânus. Cona, cu, cona, cu sempre numa transposição de defesa-ataque, por trás, pela frente e pelos lados.
Wednesday, August 17, 2005
Penitência
Sei que há muito que não escrevia um post mas com o aterrar da prima Vera e do Verão (não, não foi erro, a minha prima Vera, emigrante em França veio para Portugal depois de se ter divorciado e desde aí, quanto mais prima mais de lhe arrima), então que tem sido um vê se te avias de fodangal sem parança! Só páro para comer, mijar e cagar!! Ahh, e hoje escrevi estes 3 post pois tive que ir pagar uma conta já atrasada...
Sin City
Fui ver a Cidade do Pecado ao cinema e tudo aquilo levantou-me uma questão existencial? Onde é que fica aquela cidade que eu quero já um bilhete de avião para lá? Com putas tão boas como aquelas por tão pouco metro quadrado, aquilo promete...
Punheta como nós (ou Maximino segundo Manuel Alegre II)
Esta não era uma punheta qualquer. Era uma punheta como nós. Não tinha dentes, não tinha corpo, nada que se assemelhasse a algo humano. No entanto, esta não era uma punheta qualquer. Era uma punheta como nós. Não estava de um branco mais amarelado do que o costume, nem o fluxo era maior do que o normal. No entanto, esta não era uma punheta qualquer. Era uma punheta como nós.
Wednesday, June 01, 2005
Inestético
Manhã cedo mas já um calor agradável em que tudo o que nos vêm às cabeças, é apenas uma palavra: Foder! Foder! Foder! Pronto, uma palavra com várias repetições, quando dou por mim a ver uma gaja gira, bem vestida, até olhar para o pito dela. Se há coisa mais feia de se ver, é gaja com a cona arqueada que mais parecem os joelhos do Garrincha. Quer dizer, para a fodança pura e dura, não duvido por um segundo que seja que o encaixe daquela abóbada conal deve ser perfeito no marsúpio alheio mas, sinceramente, olhar e ver uma cona aparecer quase ao nível do umbigo, numa abóbada maior que de uma catedral, é algo horrível de se ver, quando olho para o pito que vai na rua, obviamente não estou à espera de ver o sol entre as suas pernas.
Friday, May 27, 2005
Última esfrega
A última foda deste vosso guru Maximino, foi em mulher madura, moderna e culta, não da típica mulher do campo, rude e fodilhona, com uma pintelheira a dar pelos sovacos. No entanto, no meio do encavanço por trás, aquele que os cães tanto adoram, a dita mulher moderna, qual taberneira pediu veemente que a mordesse, a princípio achei tal pedido estranho até que o entusiasmo natural de tal enrabanço levou a que acedesse ao pedido. Qual Mike Tyson da foda, mordi logo uma orelha, tenrinha que logo saiu. Épa, parei logo com aquilo! Não com o mocanço que o nabo estava bem entalado, mas com as mordidelas, enquanto ela agarrava o sítio onde supostamente deveria estar a orelha e gritava: Pára, pára! Já chateado de a ouvir, viro-me para ela e digo: Páro, o quê, caralho? Segui o teu conselho ainda à pouco e vê o que aconteceu! Vamos é fazer as coisas à minha maneira, sua puta de merda! E lá continuei feliz a foder, enquanto a orelha dela parecia estar com o período...
50 Cent
Este artista com a sua nova música "Candy Shop" deu o justo valor às duas maiores vítimas de descriminação fodal: o broche e o minete. Quantas vezes não ouvimos nós, em conversas informais de adolescentes inexperientes que nem punhetas sabem bater, afirmar como se tivessem em Assembleia de República que não fazem minete ou pelos pintelhos que ficam na boca e se cospem ou pelo mau sabor transmitido pela crica menos asseada. Ora, isso é de uma injustiça tal, assim como as mulheres protestarem pelo lubrificador e esperma que saí dum pichota mais excitada e que fica colada nos dentes. Pudessem o broche e o minete falar e diriam da sua injustiça e da descriminação que são vítimas, só assim se pertende, faça à mudez dos oprimidos que um artista que possivelmente terá sido vítima de comentários racistas antes de ter grandes mansões, grandes carros e gajas com que o comum punheteiro só pode ver nas páginas da Playboy ou na TV, sendo a única situação em que pode partilhar com uma deusa sexual como essa, a intimidade de um WC em que ela está desnudada nas páginas da revista, enquanto se arreganha as peles mal amanhadas do marsupial masculino.
Sem mais comentários, deixo aqui a tradução livre da referida canção, um poema de proporções épicas:
Loja de Guloseimas
[50 Cent]
Yeah... Uh huh Tão sedutor
[50 Cent]
Eu levo-te à loja das guloseimas
podes chupar o chupa-chupa
chupa à vontade não pares
continua até atingires o ponto (woah)
[Olivia]
Eu levo-te à loja das guloseimas
rapaz tens de saborear o que eu tenho
tens de gastar tudo o que tens
continua até atingires o ponto (woah)
[50 Cent]
Podes tê-lo à tua maneira, como é que o queres
tu vais pôr isso para cima ou será que puxo eu
a temperatura sobe, Ok vamos para o próximo nível
a pista de dança está congestionada, embrulhada, quente como um bule
eu quebro isto para ti, é simples
se tu és uma ninfo, eu sou um tarado
no hotel ou no banco traseiro de um carro alugado
na praia ou no parque, é onde quiseres
com o pau mágico, sou o doutor do amor
tem os teus amigos a provocarem-te sobre como o tenho
mostra-me como é que tu trabalhas, sem problema
vai para cima e depois balança-te como um low rider
sou um veterano de várias épocas no que toca a esta merda
assim que começares a suar podes brincar com o pau
estou a tentar-te explicar da melhor maneira que sei
derreto-me na boca e não nas tuas mãos (ha ha)
[Bridge: 50 Cent & Olivia]
Rapariga o que fazemos ( que fazemos)
e aonde fazemos ( aonde fazemos)
as coisas que fazemos (coisas que fazemos)
é só nós os dois oh yeah)
[50 Cent]
vá dá-lhe, simpático e lento
vem para cima, monta como se fosse um rodeo
nunca ouviste um som como este antes
porque eu nunca o vou pôr assim
assim que eu vier, pela porta, tens de baixar o meu fecho éclair
é como uma corrida, ver que se despe primeiro
não é irónico ver como é erótico ver-te em fio dental
deixas-me a pensar no teu cu depois de me ir embora
eu toco no sítio certo na hora certa
luzes acessas ou apagadas não interessa ela gosta é de canzana
tão sedutor deves ver a forma como ela geme
as suas ancas em câmara lenta quando nós moemos
enquanto ela não parar eu não páro
caí molhado com o homem suado a bombar
toda a minha campanha do champanhe decorre garrafa após garrafa
e nós vamos continuar até todas as bolhas das garrafas desaparecerem.
Call on me
Ainda hoje, vários meses após o seu lançamento este videoclip é o único que leva o meu pau a levantar as costas da lanzura provocado pelo nicho quentinho dos colhões, auxiliados claro pela proximidade da artéria femural que causa os regaços pegajosos do suor que se acumula nas virilhas. Aquilo não é um simples videoclip, aquilo é um autêntico viagra para o filho da puta mais impotente ao cimo desta terra. Qual não será o ser mais paneleiro, além do gajo do clip que se nota de resto que gosta é de ele fundo e de marcha-atrás (homem que é macho não teria aquele à-vontade, estaria desorientado a tentar decidir quem foder primeiro) que não se virava heterossexual depois de ver aquele conedo todo, com um odor nitidamente a sexo, quase suplicando que as fodam porque o gajo é paneleirão?
Friday, April 01, 2005
O Prémio
Foi ontem à noite, em cerimónia de gala no Casino do Estoril, que a APM (Associação Portuguesa de Masturbação) entregou o Prémio Masturbador 2004. Num clube que é recordista do maior número de simpatizantes em Portugal, foi uma honra ter ganho o prémio mias prestigiante que atribuí. No que toca à punheta, o Mourinho sou eu.
Sunday, March 20, 2005
Finalmente, livre!
Finalmente livre das amarras opressoras da tala peniana, posso recomeçar a esmifrar o palhaço. Claro que ainda não estando a 100 %, decidi comprar uma máquina de ultra-sons, que tanto desejo recalcado me criou enquanto estive em fisioterapia. Que prazer sentir o formigueiro que me dá uma tesão monstruosa no meu marsápio.
Finalmente livre das amarras opressoras da tala peniana, posso recomeçar a esmifrar o palhaço. Claro que ainda não estando a 100 %, decidi comprar uma máquina de ultra-sons, que tanto desejo recalcado me criou enquanto estive em fisioterapia. Que prazer sentir o formigueiro que me dá uma tesão monstruosa no meu marsápio.
Saturday, February 05, 2005
Esclarecimento de dúvidas
Muitos amigos viram-se para mim e queixam-se do meu uso de certa terminologia fodangeira. Para que não me chateiem mais com perguntas de merda aqui deixo o significado de cada uma dessas palavras.
Cabra- adj. fem. que significa gaja boa mas que a estúpida sabe que é boa, gosta de ser comida mas, não por todos e infelizmente não por mim.
Vaca- adj. fem. que significa gaja que gosta de ser comida e é comida por qualquer gajo independentemente das qualidades físicas.
Espero que esta parte resolva a questão que me puseram entre a diferença entre uma cabra e uma vaca.
Cromo- adj. masc. que significa gajo que não é meu amigo e que anda a comer uma gaja que eu não me importava nada de foder.
A última dúvida a ser esclarecida nada tem a ver com a minha própria terminologia mas, sim adoptada do inglês, o cumshot.
Para o leitor mais ignóbil e tótó, cumshot é uma palavra constituída por outras duas palavras: cum e shot. Shot é tiro, ou neste caso, atirar, cum é esporra, esperma, sémen, leitinho, enfim o que lhe queiram chamar. Assim ficam a saber que cumshot traduzido à letra é atirar com a esporra. Um bom filme pornográfico mostra vários cumshot’s, também chamados de chuva dourada, há o cumshot para a boca (o mais famoso), para as mamas, para as nádegas, para o umbigo, para os lençóis do enxoval da mãe que fica toda fodida com isso, etc., sendo apenas limitados pela imaginação de cada um.
Espero que até o mais paneleiro leitor fique ciente da terminologia utilizada e que se deixe de merdas, homem que é homem não faz perguntas, caralho. Vejam o caso de Moisés, foda-se, andou quarenta anos perdido no deserto mas nem uma única vez pediu indicações. Isso é de macho.
Muitos amigos viram-se para mim e queixam-se do meu uso de certa terminologia fodangeira. Para que não me chateiem mais com perguntas de merda aqui deixo o significado de cada uma dessas palavras.
Cabra- adj. fem. que significa gaja boa mas que a estúpida sabe que é boa, gosta de ser comida mas, não por todos e infelizmente não por mim.
Vaca- adj. fem. que significa gaja que gosta de ser comida e é comida por qualquer gajo independentemente das qualidades físicas.
Espero que esta parte resolva a questão que me puseram entre a diferença entre uma cabra e uma vaca.
Cromo- adj. masc. que significa gajo que não é meu amigo e que anda a comer uma gaja que eu não me importava nada de foder.
A última dúvida a ser esclarecida nada tem a ver com a minha própria terminologia mas, sim adoptada do inglês, o cumshot.
Para o leitor mais ignóbil e tótó, cumshot é uma palavra constituída por outras duas palavras: cum e shot. Shot é tiro, ou neste caso, atirar, cum é esporra, esperma, sémen, leitinho, enfim o que lhe queiram chamar. Assim ficam a saber que cumshot traduzido à letra é atirar com a esporra. Um bom filme pornográfico mostra vários cumshot’s, também chamados de chuva dourada, há o cumshot para a boca (o mais famoso), para as mamas, para as nádegas, para o umbigo, para os lençóis do enxoval da mãe que fica toda fodida com isso, etc., sendo apenas limitados pela imaginação de cada um.
Espero que até o mais paneleiro leitor fique ciente da terminologia utilizada e que se deixe de merdas, homem que é homem não faz perguntas, caralho. Vejam o caso de Moisés, foda-se, andou quarenta anos perdido no deserto mas nem uma única vez pediu indicações. Isso é de macho.
Sunday, January 30, 2005
Merda pró frio, f***oda-se
Este frio leva a que muita mulherada fique por casa e isso é mau. O mercado como se sabe está sempre aberto mas, as movimentações e mudanças andam paradas ou em ritmo lento. O frio e a crise económica levam a que existam poucas bolsas recheadas que valha a pena a mudança de amor por parte das mulheres. Mesmo aquelas que têm pichota, embora insatisfeitas com a performance da dita na foeirada, optam por não mudar devido ao clima, o que dificulda a minha tarefa, já de si hérculea. Valha assim a minha namorada espanhola a Palmita de la mano que me é sempre fiel. Já agora uma questão: quem bate punhetas e se vem para a própria mão está a efectuar uma cumshot ou não?
Este frio leva a que muita mulherada fique por casa e isso é mau. O mercado como se sabe está sempre aberto mas, as movimentações e mudanças andam paradas ou em ritmo lento. O frio e a crise económica levam a que existam poucas bolsas recheadas que valha a pena a mudança de amor por parte das mulheres. Mesmo aquelas que têm pichota, embora insatisfeitas com a performance da dita na foeirada, optam por não mudar devido ao clima, o que dificulda a minha tarefa, já de si hérculea. Valha assim a minha namorada espanhola a Palmita de la mano que me é sempre fiel. Já agora uma questão: quem bate punhetas e se vem para a própria mão está a efectuar uma cumshot ou não?
Sunday, January 16, 2005
Ainda em 2004
Este episódio passou-se poucos dias após a chegada à Tailândia como a minha rica viúva. Estavamos no bem bom, enquanto a velha tirava a dentadura postiça e chupava-me a pichota como se fosse um aspirador e eu lá ia assobiando. Como o calor e o entusiasmo que só o Zé Tolas todo chupado e ainda a deitar gotículas de saliva, podem proporcionar, virei a velha, pondo-a de quatro e toca de promover um enrabamento antes que ela pudesse piar, coisa que não aconteceu, o que se verificou é que a puta da velha estava com a chamada “diarreia de turista”, o que permitiu uma entrada anal, agradável e sem incidências de maior sem preservativo, o pior foi quando me esporrei dentro dela, uma esporradela como só o Vesúvio activo poderia fazer e tiro para fora um pedaço inerte, castanho e mal cheiroso que vim a saber depois tratar-se do meu caralho. Foram vários dias a lavar em vinagre e mesmo assim sem resultado prático. Efeito negativo de tudo isto, nenhuma puta tailandesa, por mais dinheiro que acenasse foi para cama comigo.
Este episódio passou-se poucos dias após a chegada à Tailândia como a minha rica viúva. Estavamos no bem bom, enquanto a velha tirava a dentadura postiça e chupava-me a pichota como se fosse um aspirador e eu lá ia assobiando. Como o calor e o entusiasmo que só o Zé Tolas todo chupado e ainda a deitar gotículas de saliva, podem proporcionar, virei a velha, pondo-a de quatro e toca de promover um enrabamento antes que ela pudesse piar, coisa que não aconteceu, o que se verificou é que a puta da velha estava com a chamada “diarreia de turista”, o que permitiu uma entrada anal, agradável e sem incidências de maior sem preservativo, o pior foi quando me esporrei dentro dela, uma esporradela como só o Vesúvio activo poderia fazer e tiro para fora um pedaço inerte, castanho e mal cheiroso que vim a saber depois tratar-se do meu caralho. Foram vários dias a lavar em vinagre e mesmo assim sem resultado prático. Efeito negativo de tudo isto, nenhuma puta tailandesa, por mais dinheiro que acenasse foi para cama comigo.
Afinal não é assim tão mau, mas...
Afinal a minha recente lesão até teve um efeito estranhamente surpreendente e bom, descobri o quanto é bom sentir na fisioterapia o efeito dos ultra-sons no meu marsúpio, sentir aquele formigueiro que dá uma tesão do camandro e que só apetece dizer à fisioterapeuta:
- Aumente a intensidade!!!
Pena é que depois não dá para o esfreganço...
Afinal a minha recente lesão até teve um efeito estranhamente surpreendente e bom, descobri o quanto é bom sentir na fisioterapia o efeito dos ultra-sons no meu marsúpio, sentir aquele formigueiro que dá uma tesão do camandro e que só apetece dizer à fisioterapeuta:
- Aumente a intensidade!!!
Pena é que depois não dá para o esfreganço...
Saturday, January 08, 2005
Mau começo de ano!
Azar do caralho neste início de ano! Foda-se, uma queda à Fidel Castro provocou-me uma rotura de ligamentos escrotianos com suspeita de fractura da glande. O que é que isto tem como implicações? De 4 a 6 semanas sem actividade masturbatória, só para levar uma tala que impede qualquer movimento brusco que possa retirar os ligamentos do lugar, fora o tempo de fisioterapia pós-tala. É preciso ter azar, afinal poderia ter partido um braço, uma mão, uma perna mas NNÃÃÃÃOOOO, tinha que ser logo no meu halter para os braços e antebraços...
Azar do caralho neste início de ano! Foda-se, uma queda à Fidel Castro provocou-me uma rotura de ligamentos escrotianos com suspeita de fractura da glande. O que é que isto tem como implicações? De 4 a 6 semanas sem actividade masturbatória, só para levar uma tala que impede qualquer movimento brusco que possa retirar os ligamentos do lugar, fora o tempo de fisioterapia pós-tala. É preciso ter azar, afinal poderia ter partido um braço, uma mão, uma perna mas NNÃÃÃÃOOOO, tinha que ser logo no meu halter para os braços e antebraços...
Monday, January 03, 2005
I’m Back
O vosso caríssimo amigo Maximino está de volta com o novo ano, depois de alguns meses de ausência justificada. Andei sem tempo e a minha pobre e humilde explicação é a de que andei estes meses a partir vasilhame sexagenário (sim vasilhame, pois já apresentava uma certa dureza), extremamente rico e viúvo mas ainda em bom estado graças a sucessivas operações estéticas que lhe criou um sabor a plástico. Não fiquem tristes todos os milhões de punheteiros por este mundo fora, pensando que o vosso guru vos abandonou a partir do momento em que se tornou regular fodilhão, pelo contrário, após o acto sexual, existiu sempre tempo para tocar ao bicho.
A relação com a sexagenária, infelizmente terminou de forma abrupta e inesperada numa praia da Tailândia com um tsunami que a arrastou e fiquei só e extremamente rico.
O vosso caríssimo amigo Maximino está de volta com o novo ano, depois de alguns meses de ausência justificada. Andei sem tempo e a minha pobre e humilde explicação é a de que andei estes meses a partir vasilhame sexagenário (sim vasilhame, pois já apresentava uma certa dureza), extremamente rico e viúvo mas ainda em bom estado graças a sucessivas operações estéticas que lhe criou um sabor a plástico. Não fiquem tristes todos os milhões de punheteiros por este mundo fora, pensando que o vosso guru vos abandonou a partir do momento em que se tornou regular fodilhão, pelo contrário, após o acto sexual, existiu sempre tempo para tocar ao bicho.
A relação com a sexagenária, infelizmente terminou de forma abrupta e inesperada numa praia da Tailândia com um tsunami que a arrastou e fiquei só e extremamente rico.
Wednesday, August 11, 2004
Poesia Brejeira II
Mão direita, mão direita,
Já perdi o teu tocar,
Daqueles belos tempos de secóvia,
Enquanto olhava para o mar.
Mão direita, mão direita,
Já perdi o teu tocar,
Daqueles belos tempos de secóvia,
Enquanto olhava para o mar.
Poesia Brejeira
Oh mão, minha mão,
minha mão, minha amada
quem te tem bate punhetas,
quem não te tem não faz nada.
Oh mão, minha mão,
minha mão, minha amada
quem te tem bate punhetas,
quem não te tem não faz nada.
Tuesday, July 13, 2004
A segunda vez
É com agrado que posso me orgulhar que tive a minha segunda copulação. Ainda por cima, ganhei dinheiro com isso. Era uma senhora, elegante mas solitária, de 79 anos, mas a parecer ainda ter 78. Disse estar desesperada por uma queca que até ia para a cama com a primeira merda que lhe aparecesse à frente, nem que tivesse que pagar. Sorriu, mostrando a falha dos seus dentes quando me viu e perguntou quanto é que eu queria para ter sexo com ela. Eu disse um preço e ela concordou, fazendo apenas uma exigência, que eu fizesse um minete. Concordei. E posso dizer que foi bom, excepto por um líquido esverdeado e viscoso que saía da sua vagina. Depois foi o avacalhanço total por cerca de 30 segundos. Mesmo assim, a gosma passou o preservativo por osmose e ainda tenho a pichota toda verde. Deve ser musgo. Bem, sai dali e fui beber uma bejeca com o euro que a velha me deu. Já tinha ganho o dia.
É com agrado que posso me orgulhar que tive a minha segunda copulação. Ainda por cima, ganhei dinheiro com isso. Era uma senhora, elegante mas solitária, de 79 anos, mas a parecer ainda ter 78. Disse estar desesperada por uma queca que até ia para a cama com a primeira merda que lhe aparecesse à frente, nem que tivesse que pagar. Sorriu, mostrando a falha dos seus dentes quando me viu e perguntou quanto é que eu queria para ter sexo com ela. Eu disse um preço e ela concordou, fazendo apenas uma exigência, que eu fizesse um minete. Concordei. E posso dizer que foi bom, excepto por um líquido esverdeado e viscoso que saía da sua vagina. Depois foi o avacalhanço total por cerca de 30 segundos. Mesmo assim, a gosma passou o preservativo por osmose e ainda tenho a pichota toda verde. Deve ser musgo. Bem, sai dali e fui beber uma bejeca com o euro que a velha me deu. Já tinha ganho o dia.
Maximino segundo Manuel Alegre
Eu chamo-me Maximino, mas poderia chamar-me Diogo, Rafael, David ou Artur. Vivo em Lisboa, mas poderia ser em Coimbra, Braga, Faro ou no Porto. Nasci depois do 25 de Abril de 1974, mas poderia ter nascido antes. Não tenho namorada, mas poderia ter. Gosto de bater punhetas e bato. Mas também gostava de foder. Mas não tenho ninguém para foder. Essa pessoa poderia chamar-se Joana, Maria, Marta, Cristina, Diana, Susana, Carla, mas não existe.
Eu chamo-me Maximino, mas poderia chamar-me Diogo, Rafael, David ou Artur. Vivo em Lisboa, mas poderia ser em Coimbra, Braga, Faro ou no Porto. Nasci depois do 25 de Abril de 1974, mas poderia ter nascido antes. Não tenho namorada, mas poderia ter. Gosto de bater punhetas e bato. Mas também gostava de foder. Mas não tenho ninguém para foder. Essa pessoa poderia chamar-se Joana, Maria, Marta, Cristina, Diana, Susana, Carla, mas não existe.
Thursday, July 01, 2004
Euro 2004
É, com as mãos e o vergalho quase em carne viva que venho postar. Viva o Euro 2004!! Viva Portugal!!! Que belezas russas e croatas que andaram por aí! Pena terem ido embora tão cedo, mas pelas bolhas com que ainda ando, se calhar foi melhor assim...
É, com as mãos e o vergalho quase em carne viva que venho postar. Viva o Euro 2004!! Viva Portugal!!! Que belezas russas e croatas que andaram por aí! Pena terem ido embora tão cedo, mas pelas bolhas com que ainda ando, se calhar foi melhor assim...
Wednesday, June 02, 2004
A ecografia
Depois de um indeterminado número de clísteres que fiz ontem, hoje foi dia de ecografia intestinal. Pode ser considerado muito roto andar com mangueiras pela bufa acima, mas quando o médico começa a mandar um líquido branco, parecido com leite, mas mais espesso para permitir o raio-x até tem piada. E claro quando vamos à casa de banho depois cagamos algo parecido com malteseres brancos.
Depois de um indeterminado número de clísteres que fiz ontem, hoje foi dia de ecografia intestinal. Pode ser considerado muito roto andar com mangueiras pela bufa acima, mas quando o médico começa a mandar um líquido branco, parecido com leite, mas mais espesso para permitir o raio-x até tem piada. E claro quando vamos à casa de banho depois cagamos algo parecido com malteseres brancos.
Thursday, May 27, 2004
Campions, nós somos Campions
Ontem como bom português, vi o FCP espetar três piçadas, esfodaçando bufa chauvinista. Adorei. Festejei, de palhaço na mão até ele me doer. Mas adormeci satisfeito e dormi bem melhor.
Ontem como bom português, vi o FCP espetar três piçadas, esfodaçando bufa chauvinista. Adorei. Festejei, de palhaço na mão até ele me doer. Mas adormeci satisfeito e dormi bem melhor.
Monday, May 10, 2004
Ensaio sobre a punhetez ou Maximino segundo José Saramago
O dono da sexshop bate com o chapéu de chuva no balcão, Foda-se que merda de tempo, resmungou já com os azeites, como diz o povo, Já entrou alguém, Não, respondeu Maximino, o empregado, limpando o pó de uma estante próxima. Inaugurámos a loja há já uma hora e ainda não entrou ninguém? Ninguém se preocupa com as doenças venéreas hoje em dia ou será que ninguém ainda fode? Mesmo que não fodam, não batem umas de vez em quando, para precisar de cremes e lubrificantes?, Já telefonei ao meu amigo Ramon, ele disse que vinha da parte da tarde, porque agora chuvia de caralho e porque está a esgalhar a 200 km/h em troço de 12 centímetros!, disse Maximino, orgulhoso de se lembrar de telefonar a um amigo seu, algo que o seu patrão não se lembrou, este para não se ficar atrás decide telefonar à família, de repente houve um barulho e diz, O que é isto, São cães a uivar e três punhetas a serem batidas, já devem ter acabado de bater a última, os cães deixaram de se ouvir, Óptimo, respondeu o patrão, detesto ouvir o barulho das punhetas.
O dono da sexshop bate com o chapéu de chuva no balcão, Foda-se que merda de tempo, resmungou já com os azeites, como diz o povo, Já entrou alguém, Não, respondeu Maximino, o empregado, limpando o pó de uma estante próxima. Inaugurámos a loja há já uma hora e ainda não entrou ninguém? Ninguém se preocupa com as doenças venéreas hoje em dia ou será que ninguém ainda fode? Mesmo que não fodam, não batem umas de vez em quando, para precisar de cremes e lubrificantes?, Já telefonei ao meu amigo Ramon, ele disse que vinha da parte da tarde, porque agora chuvia de caralho e porque está a esgalhar a 200 km/h em troço de 12 centímetros!, disse Maximino, orgulhoso de se lembrar de telefonar a um amigo seu, algo que o seu patrão não se lembrou, este para não se ficar atrás decide telefonar à família, de repente houve um barulho e diz, O que é isto, São cães a uivar e três punhetas a serem batidas, já devem ter acabado de bater a última, os cães deixaram de se ouvir, Óptimo, respondeu o patrão, detesto ouvir o barulho das punhetas.
A perda da juventude actual
Quando vejo a facilidade com que a juventude actual vai sacar filmes pornográficos à net, não posso deixar de sentir saudades e também pena pelo que perdem. Saudades do tempo em que era difícil arranjar filmes pornográficos, em que para malhar no vergalho, tínhamos primeiro de roburizar perante a empregada do videoclube. São estas as experiências que enriquecem o nosso carácter e que faz falta a esta geração. Saudades também tenho das grandes divas da altura: Cicciolina, Chasey Lane, Traci Lords, Gynger Lynn, entre outras grandes vacarronas que gostavam de levar com o mangalho, numa chuva dourada final em grande plano.
Quando vejo a facilidade com que a juventude actual vai sacar filmes pornográficos à net, não posso deixar de sentir saudades e também pena pelo que perdem. Saudades do tempo em que era difícil arranjar filmes pornográficos, em que para malhar no vergalho, tínhamos primeiro de roburizar perante a empregada do videoclube. São estas as experiências que enriquecem o nosso carácter e que faz falta a esta geração. Saudades também tenho das grandes divas da altura: Cicciolina, Chasey Lane, Traci Lords, Gynger Lynn, entre outras grandes vacarronas que gostavam de levar com o mangalho, numa chuva dourada final em grande plano.
Wednesday, May 05, 2004
Sobre "A Paixão de Cristo"
Ontem fui ver o filme, influenciado por um amigo meu que me tinha dito que, o filme lhe provocou um nó na garganta, pois apetecia-lhe chorar. Então, fui ver. Não me deu para chorar, aliás, gajo que chora a ver o filme, não é digno de espancar o próprio macaco. Devia era levar na anilha, porque só pode ser abichanado!
Ontem fui ver o filme, influenciado por um amigo meu que me tinha dito que, o filme lhe provocou um nó na garganta, pois apetecia-lhe chorar. Então, fui ver. Não me deu para chorar, aliás, gajo que chora a ver o filme, não é digno de espancar o próprio macaco. Devia era levar na anilha, porque só pode ser abichanado!
Tuesday, April 20, 2004
As canholas e o amor próprio
Perguntaram-me recentemente: “Maximino, não tens vergonha de, com a tua idade, não ter gaja e andares praí a esmifrar o mangalho como um adolescente?”. Ao que eu respondi:
- Foda-se! Primeiro que tudo volta a repetir a merda da pergunta com menos palavras que eu não entendi nada! Depois eu respondo!”
Ao que o meu amigo repetiu:
- Não te fartas de bater tanto à punheta e tão pouco em cona alheia?
Fiquei possesso. Aquilo lá era pergunta? Quem não gosta de bater umas canholas não tem amor próprio! Qual o melhor sexo senão connosco? As nossas mãos nunca dizem que não, nem se envergonham do nosso corpo! Quem me questionou, só pode gostar de levar toque rectal.
Perguntaram-me recentemente: “Maximino, não tens vergonha de, com a tua idade, não ter gaja e andares praí a esmifrar o mangalho como um adolescente?”. Ao que eu respondi:
- Foda-se! Primeiro que tudo volta a repetir a merda da pergunta com menos palavras que eu não entendi nada! Depois eu respondo!”
Ao que o meu amigo repetiu:
- Não te fartas de bater tanto à punheta e tão pouco em cona alheia?
Fiquei possesso. Aquilo lá era pergunta? Quem não gosta de bater umas canholas não tem amor próprio! Qual o melhor sexo senão connosco? As nossas mãos nunca dizem que não, nem se envergonham do nosso corpo! Quem me questionou, só pode gostar de levar toque rectal.
Ao Telemóvel
Por natureza sou muito tímido, embora facilmente eu perca a timidez e logo fico num daqueles cromos chatos e repetitivos, que gregoreiam tudo por onde passam, mostrando o que me vai por dentro.
Uma amiga minha convidou-me para passar um fim-de-semana diferente, ao que respondi:
- Epá, se é uma daquelas festas em que vou com o people para a casa de um, jogamos à lerpa, fico sem dinheiro e sem roupa, embebedamo-nos e batemos umas pívias enquanto vemos um filme pornográfico e fumamos uma mortalha, então estou farto.
- Não, Maxmen (ela sempre me chama Maxmen, numa atitude meia de gozo, meia de ternura), é uma festa com montes de gajas. Eu digo às garinas que és virgem e elas até vão fazer fila para te comer.
Fiquei em êxtase. Montes de gajas. Achei bom demais para ser verdade, mas enfim, como diria o meu falecido avô: “Meu filho, só somos fodidos por uma pessoa que não queremos uma vez, se fores segunda vez, então revê as tuas tendências sexuais!” e arrisquei a ir e a ser lixado.
A festa foi tudo e muito mais do que a minha amiga tinha dito. Jogámos à cabra cega e às escondidas, antes de irmos partir uma piñata. Após recolher os rebuçados, houve raparigas a dispirem-se e a darem um outro uso ao taco de beisebol usado para partir a piñata, eufórico, telefono a um amigo meu:
- Ei! Tudo bem? Olha eu este fim-de-semana não vou estar aí contigo! Epá, estou numa alta festa e está aqui uma gaja perdidíssima que eu quero comer!
- Olha, fala mais alto que não oiço nada...
- Epá, estou numa alta festa e está aqui uma gaja perdidíssima que eu quero comer! E o mais surpreendente é que ela está afim...
- Ainda bem para ti. – respondeu o meu amigo, seguindo-se um longo silêncio da minha parte, até que com uma voz sumida e quase imperceptível disse:
- Ramon, Ramon... Fiz merda...
- Então?
- Ela estava aqui na casa de banho e ouviu tudo...
As gargalhadas ecoavam pelo telemóvel, até que me despedi e desliguei.
Por natureza sou muito tímido, embora facilmente eu perca a timidez e logo fico num daqueles cromos chatos e repetitivos, que gregoreiam tudo por onde passam, mostrando o que me vai por dentro.
Uma amiga minha convidou-me para passar um fim-de-semana diferente, ao que respondi:
- Epá, se é uma daquelas festas em que vou com o people para a casa de um, jogamos à lerpa, fico sem dinheiro e sem roupa, embebedamo-nos e batemos umas pívias enquanto vemos um filme pornográfico e fumamos uma mortalha, então estou farto.
- Não, Maxmen (ela sempre me chama Maxmen, numa atitude meia de gozo, meia de ternura), é uma festa com montes de gajas. Eu digo às garinas que és virgem e elas até vão fazer fila para te comer.
Fiquei em êxtase. Montes de gajas. Achei bom demais para ser verdade, mas enfim, como diria o meu falecido avô: “Meu filho, só somos fodidos por uma pessoa que não queremos uma vez, se fores segunda vez, então revê as tuas tendências sexuais!” e arrisquei a ir e a ser lixado.
A festa foi tudo e muito mais do que a minha amiga tinha dito. Jogámos à cabra cega e às escondidas, antes de irmos partir uma piñata. Após recolher os rebuçados, houve raparigas a dispirem-se e a darem um outro uso ao taco de beisebol usado para partir a piñata, eufórico, telefono a um amigo meu:
- Ei! Tudo bem? Olha eu este fim-de-semana não vou estar aí contigo! Epá, estou numa alta festa e está aqui uma gaja perdidíssima que eu quero comer!
- Olha, fala mais alto que não oiço nada...
- Epá, estou numa alta festa e está aqui uma gaja perdidíssima que eu quero comer! E o mais surpreendente é que ela está afim...
- Ainda bem para ti. – respondeu o meu amigo, seguindo-se um longo silêncio da minha parte, até que com uma voz sumida e quase imperceptível disse:
- Ramon, Ramon... Fiz merda...
- Então?
- Ela estava aqui na casa de banho e ouviu tudo...
As gargalhadas ecoavam pelo telemóvel, até que me despedi e desliguei.
Sunday, April 11, 2004
O Guru
Serve este post para anunciar que o vosso autor punheteiro, Maximino, revoluciou o mundo dos adeptos da canhola, com a técnica da Masturbação Tântrica. Está já à venda, por apenas 99,99 € o livro "Masturbação Tântrica". São centenas de páginas, com fotos que ilustram todas as técnicas pivianas, aqui do vosso amigo. Serão horas e horas de auto-prazer. Este livro garante um maior prazer, mas uma mais baixa auto-estima. Por apenas mais 50 €, pode levar o kit punheteiro, que consiste num DVD demonstrativo das técnicas ilustradas, e um relato de futebol, feito pelo Jorge Perestrelo, para a técnica de ausência do acto. Incluí ainda uma bisnaga de vaselina. Ligaduras funcionais e gazes, não estão incluídas. Encomende já!
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Monday, March 15, 2004
No multibanco
Esta história passou-se ontem. Parei numa caixa multibanco para levantar dinheiro, estava uma jovem, loira, devia ter perto de vinte e cinco anos, mini-saia que não deixava nada à imaginação e um top, isto com o tempo ainda frio que estava. Tinha aspecto de ser originária do leste europeu, talvez indiana, tal o seu tom de pele, um branco leitoso. O cartão dela não entrava, então decidi ajudá-la.
- Obrigada. Você ter muito jeito para enfiar cartão. Gostar de enfiar outras coisas?
Quando terminou de falar, passou a língua pelos seus lábios sensuais, enquanto levantava os óculos, revelando uns olhos azuis, doces e penetrantes. Eu ri-me e nada mais disse.
- Inga muito agradecida! Como Inga lhe poderá pagar?
- Deixe estar, não tem que me pagar nada.
Retirei e dei-lhe o cartão, ela ficou com uma cara de espanto, enquanto eu punha o meu cartão. Virei-me para ela enquanto ela se afastava e pensei: “Foda-se que grande cavalão! Como é que eu poderei um dia conhecer alguém assim?”
Esta história passou-se ontem. Parei numa caixa multibanco para levantar dinheiro, estava uma jovem, loira, devia ter perto de vinte e cinco anos, mini-saia que não deixava nada à imaginação e um top, isto com o tempo ainda frio que estava. Tinha aspecto de ser originária do leste europeu, talvez indiana, tal o seu tom de pele, um branco leitoso. O cartão dela não entrava, então decidi ajudá-la.
- Obrigada. Você ter muito jeito para enfiar cartão. Gostar de enfiar outras coisas?
Quando terminou de falar, passou a língua pelos seus lábios sensuais, enquanto levantava os óculos, revelando uns olhos azuis, doces e penetrantes. Eu ri-me e nada mais disse.
- Inga muito agradecida! Como Inga lhe poderá pagar?
- Deixe estar, não tem que me pagar nada.
Retirei e dei-lhe o cartão, ela ficou com uma cara de espanto, enquanto eu punha o meu cartão. Virei-me para ela enquanto ela se afastava e pensei: “Foda-se que grande cavalão! Como é que eu poderei um dia conhecer alguém assim?”
A Ausência
Devo uma explicação a todos os leitores, mestres na arte da auto-satisfação ou não, por uma tão prolongada ausência. Estando um dia sozinho em casa, nada para fazer, enfim toque puxa toque e quando dei por mim, já esgalhava a cem à hora, quando um som na porta de entrada fez-me vestir as calças de repente, deixando o meu escroto de fora das calças e, o fecho éclair todo corrido para cima. Foram cerca de vinte pontos que levei, no meu “saco”. Agora, é um pénis em baixo quanto aos níveis anímicos, tendo perdido grande parte da confiança que tinha nas minhas mãos, revelando uma incapacidade gritante de produzir a meita quente e esbranquiçada de outrora. O meu psicólogo diz que ele melhorará, mas que levará o seu tempo a perder este trauma.
Devo uma explicação a todos os leitores, mestres na arte da auto-satisfação ou não, por uma tão prolongada ausência. Estando um dia sozinho em casa, nada para fazer, enfim toque puxa toque e quando dei por mim, já esgalhava a cem à hora, quando um som na porta de entrada fez-me vestir as calças de repente, deixando o meu escroto de fora das calças e, o fecho éclair todo corrido para cima. Foram cerca de vinte pontos que levei, no meu “saco”. Agora, é um pénis em baixo quanto aos níveis anímicos, tendo perdido grande parte da confiança que tinha nas minhas mãos, revelando uma incapacidade gritante de produzir a meita quente e esbranquiçada de outrora. O meu psicólogo diz que ele melhorará, mas que levará o seu tempo a perder este trauma.
Friday, February 06, 2004
Mais uma razão para festejar
No espaço de pouco menos de trinta dias, este blog passou dos 69 para os 169 visitantes. É assim, uma razão para festejar a passagem do visitante número 169. Agradecia que os visitantes tivessem a amabilidade de comentar os diversos posts, como forma de saber se o blog vai no bom caminho. A todos os punheteiros e tarados, o meu obrigado.
No espaço de pouco menos de trinta dias, este blog passou dos 69 para os 169 visitantes. É assim, uma razão para festejar a passagem do visitante número 169. Agradecia que os visitantes tivessem a amabilidade de comentar os diversos posts, como forma de saber se o blog vai no bom caminho. A todos os punheteiros e tarados, o meu obrigado.
Friday, January 23, 2004
Maximino segundo João Aguiar
Oje fasso quinze anos mas era melhor não os fazer. A minha vida é lixada. Nada recebi de jeito a não ser os bejos peganhentos da minha mãe e um diário do meu pai que disse que era para apontar os meus pensamentos. Porra nem gosto de escrever como não gosta o meu quota que é um burro do caralho mas mesmo assim axa que eu vou ser um advogado ou doutor. Já a minha madrinha diz que eu sou uma besta que nada sei e por acaso até deve ter uma serta rasão. Tenho um grande problema que é a tensão. O Angelino diz que é normal ter tanta tensão mas eu tenho muito hás vezes penso que os meus tomates vão rebentar se não for a correr para a casa de banho para esganiçar a cobra. Quando vego uma gaija boa começa logo a mexer-se nas cuecas que a minha vó comprou e me ofereceu e eu digo Epá algo anda revolto e trato de me mestrubar até ficar pequenininho de novo. Felismente não aparecem muitas gaijas boas lá no restaurante do meu pai senão estava mais tempo na casa de banho do que a servir os clientes. Por oje já escrevi mais do que devia mas esta merda de diário foi o único presente que me ofereceram de jeito foda-se a minha vida é lixada.
Oje fasso quinze anos mas era melhor não os fazer. A minha vida é lixada. Nada recebi de jeito a não ser os bejos peganhentos da minha mãe e um diário do meu pai que disse que era para apontar os meus pensamentos. Porra nem gosto de escrever como não gosta o meu quota que é um burro do caralho mas mesmo assim axa que eu vou ser um advogado ou doutor. Já a minha madrinha diz que eu sou uma besta que nada sei e por acaso até deve ter uma serta rasão. Tenho um grande problema que é a tensão. O Angelino diz que é normal ter tanta tensão mas eu tenho muito hás vezes penso que os meus tomates vão rebentar se não for a correr para a casa de banho para esganiçar a cobra. Quando vego uma gaija boa começa logo a mexer-se nas cuecas que a minha vó comprou e me ofereceu e eu digo Epá algo anda revolto e trato de me mestrubar até ficar pequenininho de novo. Felismente não aparecem muitas gaijas boas lá no restaurante do meu pai senão estava mais tempo na casa de banho do que a servir os clientes. Por oje já escrevi mais do que devia mas esta merda de diário foi o único presente que me ofereceram de jeito foda-se a minha vida é lixada.
Maximino segundo Milan Kundera
A saudade é uma palavra portuguesa praticamente intraduzível para outras línguas. Os povos que falam a língua inglesa têm uma pálida aproximação com o “I miss you”. Mas, o “miss” é sentir a falta de algo e\ou alguém, não é o mesmo que saudade.
Embora a saudade seja uma palavra de significado difícil de definir, é algo sem o qual se torna impossível tentar compreender a alma humana.
Maximino, solteiro e sozinho, não conhecendo mais que o amor dos seus poucos parentes próximos, nada sente além do afecto familiar e saudades, só da sua estimulação auto-induzida. Aquele arrepio que sente na espinha, ao tocar no seu pénis, com as mãos gélidas do tempo invernoso, mas que provoca um prazer surdo. As saudades que ele já sentia deste seu vício, como o fumador que tem de acordar a meio da noite para fumar, assim o seu relógio biológico pede este ritual de satisfação. Os dedos da sua mão direita formam um círculo imperfeito, pouco importante perante o prazer desmedido que tem, ao sentir os corpos cavernosos a encherem-se de sangue, adquirindo uma rigidez confortante, para o movimento cíclico que é feito, subindo e descendo em movimentos ritmados até à glande, visivelmente feitos já com uma larga experiência. É, então, que sente o sémen subir uretra a cima até ao prepúcio e pensa: “É a volúpia, é a volúpia.”
A saudade é uma palavra portuguesa praticamente intraduzível para outras línguas. Os povos que falam a língua inglesa têm uma pálida aproximação com o “I miss you”. Mas, o “miss” é sentir a falta de algo e\ou alguém, não é o mesmo que saudade.
Embora a saudade seja uma palavra de significado difícil de definir, é algo sem o qual se torna impossível tentar compreender a alma humana.
Maximino, solteiro e sozinho, não conhecendo mais que o amor dos seus poucos parentes próximos, nada sente além do afecto familiar e saudades, só da sua estimulação auto-induzida. Aquele arrepio que sente na espinha, ao tocar no seu pénis, com as mãos gélidas do tempo invernoso, mas que provoca um prazer surdo. As saudades que ele já sentia deste seu vício, como o fumador que tem de acordar a meio da noite para fumar, assim o seu relógio biológico pede este ritual de satisfação. Os dedos da sua mão direita formam um círculo imperfeito, pouco importante perante o prazer desmedido que tem, ao sentir os corpos cavernosos a encherem-se de sangue, adquirindo uma rigidez confortante, para o movimento cíclico que é feito, subindo e descendo em movimentos ritmados até à glande, visivelmente feitos já com uma larga experiência. É, então, que sente o sémen subir uretra a cima até ao prepúcio e pensa: “É a volúpia, é a volúpia.”
Friday, January 09, 2004
O método
Sou fã d’O meu pipi. Como tal, tentei bater uma pívia procurando usar o seu método de ir a prolongamento. Comecei em bom ritmo, a mão direita bem tratada, com um creme Nivea, papel higiénico Scottex na esquerda e na televisão um belo filme pornográfico a começar. Os calores vêm-me ao rosto, a pressão sanguínea aumenta e o pessegueiro cresce. Começa o método do Pipi: “Moreira na baliza, Miguel na direita, Hélder e Luisão ao centro e Ricardo Rocha na esquerda”. Paro logo de desancar no palhaço, levanto-me a gritar:
- Foda-se! Não é penalty! O Silva atirou-se para o chão! Filho da puta!
E, assim, se perdeu uma bela secóvia.
PS – Mais tarde, tentei com o método “Pensar na Manuela Ferreira Leite”. Não deu resultado, só de pensar nela perdi logo a tensão toda. Foi como sair de uma piscina de água fria.
Sou fã d’O meu pipi. Como tal, tentei bater uma pívia procurando usar o seu método de ir a prolongamento. Comecei em bom ritmo, a mão direita bem tratada, com um creme Nivea, papel higiénico Scottex na esquerda e na televisão um belo filme pornográfico a começar. Os calores vêm-me ao rosto, a pressão sanguínea aumenta e o pessegueiro cresce. Começa o método do Pipi: “Moreira na baliza, Miguel na direita, Hélder e Luisão ao centro e Ricardo Rocha na esquerda”. Paro logo de desancar no palhaço, levanto-me a gritar:
- Foda-se! Não é penalty! O Silva atirou-se para o chão! Filho da puta!
E, assim, se perdeu uma bela secóvia.
PS – Mais tarde, tentei com o método “Pensar na Manuela Ferreira Leite”. Não deu resultado, só de pensar nela perdi logo a tensão toda. Foi como sair de uma piscina de água fria.
O beijo
Ainda hoje, passados três beijos na boca, ainda estou para saber qual a melhor maneira de beijar. De olhos fechados? Mas assim, ficando na escuridão, corre-se o risco de falhar a boca alheia. Quem sabe o que se acerta? O melhor é mesmo beijar de olhos abertos, mas mesmo assim ainda ficam dúvidas: Beija-se de boca aberta ou abre-se ligeiramente? Quando beijamos de boca fechada parece que estamos a desentupir canalizações. Resta a opção da boca ligeiramente aberta, mas outras dúvidas se levantam: Os dentes estão cerrados ou ligeiramente abertos? Bom, essa é difícil de responder, cerrados não deixa passar as línguas e corre-se o risco de bater na dentadura alheia, seja então ligeiramente aberta, levando-nos à próxima dúvida: a língua quando entra em missão de exploração, pela cavidade bocal, vai para a direita, para a esquerda, sempre em frente ou mexe-se para todo o lado? Esta é mais difícil de responder, o melhor mesmo é experimentar todas as opções e não esquecer de limpar a baba depois de cada beijo.
Ainda hoje, passados três beijos na boca, ainda estou para saber qual a melhor maneira de beijar. De olhos fechados? Mas assim, ficando na escuridão, corre-se o risco de falhar a boca alheia. Quem sabe o que se acerta? O melhor é mesmo beijar de olhos abertos, mas mesmo assim ainda ficam dúvidas: Beija-se de boca aberta ou abre-se ligeiramente? Quando beijamos de boca fechada parece que estamos a desentupir canalizações. Resta a opção da boca ligeiramente aberta, mas outras dúvidas se levantam: Os dentes estão cerrados ou ligeiramente abertos? Bom, essa é difícil de responder, cerrados não deixa passar as línguas e corre-se o risco de bater na dentadura alheia, seja então ligeiramente aberta, levando-nos à próxima dúvida: a língua quando entra em missão de exploração, pela cavidade bocal, vai para a direita, para a esquerda, sempre em frente ou mexe-se para todo o lado? Esta é mais difícil de responder, o melhor mesmo é experimentar todas as opções e não esquecer de limpar a baba depois de cada beijo.
Razão para festejar
Encontrei uma razão para festejar. Não, não foi a passagem de ano, não, eu continuo sem ter tido mais relações sexuais. É sim, razão para festejar a passagem do visitante número 69, o meu número preferido. Que rapidamente o meu blog chegue aos 169, 269, 1069, ...
Encontrei uma razão para festejar. Não, não foi a passagem de ano, não, eu continuo sem ter tido mais relações sexuais. É sim, razão para festejar a passagem do visitante número 69, o meu número preferido. Que rapidamente o meu blog chegue aos 169, 269, 1069, ...
Saturday, December 20, 2003
O Telefonema
Estava eu descansado em casa, quando recebo um toque no telemóvel, vindo de um número desconhecido. Como isto de mandar toques é muito complicado, decidi telefonar. Do outro lado atendeu uma voz feminina. Perguntei quem era e ela disse que se chamava Ana, ou Teresa já não me lembro bem, enfim era um nome parecido com esse. Além disso, sem nada o fazer esperar disse:
- Eu amo-te, já te vi por aí muitas vezes.
Ao que eu respondi:
- Como podes-me amar? Tu já me viste bêbado?
Já não me lembro da resposta, mas lembro-me de ter perguntado subtilmente:
- Qual a cor do teu soutien? E das tuas cuecas?
Ela respondeu que tinha um soutien preto e que as cuecas eram azuis. Acabamos por nos despedir e mandei-lhe uma mensagem que dizia assim:
“Gostei de t conhecer, se n tiveres namorado, gostava de ir para a cama contigo. Amo-t. ***jinhos”
Estava eu descansado em casa, quando recebo um toque no telemóvel, vindo de um número desconhecido. Como isto de mandar toques é muito complicado, decidi telefonar. Do outro lado atendeu uma voz feminina. Perguntei quem era e ela disse que se chamava Ana, ou Teresa já não me lembro bem, enfim era um nome parecido com esse. Além disso, sem nada o fazer esperar disse:
- Eu amo-te, já te vi por aí muitas vezes.
Ao que eu respondi:
- Como podes-me amar? Tu já me viste bêbado?
Já não me lembro da resposta, mas lembro-me de ter perguntado subtilmente:
- Qual a cor do teu soutien? E das tuas cuecas?
Ela respondeu que tinha um soutien preto e que as cuecas eram azuis. Acabamos por nos despedir e mandei-lhe uma mensagem que dizia assim:
“Gostei de t conhecer, se n tiveres namorado, gostava de ir para a cama contigo. Amo-t. ***jinhos”
Wednesday, December 10, 2003
O Emprego
- Finalmente, depois de quase um mês desempregado, arranjei um novo emprego, pois não se pode esperar pelo subsídio de desemprego. E arranjei emprego num belo sítio, uma sex-shop. É uma sex-shop, que até tem cabines privadas... Bom o que faço lá? Eu, ahhh... Segurança? Não, não sou segurança, nem caixa. Sou, bem, sabes... o limpa meita! Não sabes o que é meita? É, é sémen... Ando lá com o Ajax na mão, a limpar os vidros da cabine, as cadeiras quando ficam sujas, tenho k mudar o papel higiénico quando acaba e retirar o lixo.
- Por lixo, entenda-se o papel higiénico, com a langonha?
- Bem, sim...
- E não achas essa merda a profissão mais degradante do Mundo?
- Ao menos levo Playboys de borla para casa.
- Maximino, vê se percebes... Limpas o esperma de outros gajos, que profissão mais degradante pode existir? Ao menos ganhas bem?
- 4 € à hora e revistas de borla.
- Isso é muito degradante...
- Eu sei, não é óptimo?
- Finalmente, depois de quase um mês desempregado, arranjei um novo emprego, pois não se pode esperar pelo subsídio de desemprego. E arranjei emprego num belo sítio, uma sex-shop. É uma sex-shop, que até tem cabines privadas... Bom o que faço lá? Eu, ahhh... Segurança? Não, não sou segurança, nem caixa. Sou, bem, sabes... o limpa meita! Não sabes o que é meita? É, é sémen... Ando lá com o Ajax na mão, a limpar os vidros da cabine, as cadeiras quando ficam sujas, tenho k mudar o papel higiénico quando acaba e retirar o lixo.
- Por lixo, entenda-se o papel higiénico, com a langonha?
- Bem, sim...
- E não achas essa merda a profissão mais degradante do Mundo?
- Ao menos levo Playboys de borla para casa.
- Maximino, vê se percebes... Limpas o esperma de outros gajos, que profissão mais degradante pode existir? Ao menos ganhas bem?
- 4 € à hora e revistas de borla.
- Isso é muito degradante...
- Eu sei, não é óptimo?
Apanhado
A vergonha tem-me impedido de escrever. A minha própria mãe apanhou-me em pleno acto auto-satisfatório. Ainda oiço ecoar nos meus ouvidos o seu grito: “Maximino, o que estás a fazer, filho?!” E eu, lá me tapei como pude. Vinte e seis anos e ainda não tem casa própria para me masturbar sem ser apanhado pela mãezinha. Enfim, do mal o menos, fui convidado para ser figura de cartaz da próxima campanha contra a Sida, com o slogan: “Faça amor em segurança com a pessoa que mais ama, você!”
A vergonha tem-me impedido de escrever. A minha própria mãe apanhou-me em pleno acto auto-satisfatório. Ainda oiço ecoar nos meus ouvidos o seu grito: “Maximino, o que estás a fazer, filho?!” E eu, lá me tapei como pude. Vinte e seis anos e ainda não tem casa própria para me masturbar sem ser apanhado pela mãezinha. Enfim, do mal o menos, fui convidado para ser figura de cartaz da próxima campanha contra a Sida, com o slogan: “Faça amor em segurança com a pessoa que mais ama, você!”
Tuesday, November 25, 2003
O Filme
Estava eu a queixar-me ao meu primo Almerindo, da falta de sexo, quando ele me perguntou se eu tinha visto um filme chamado The Ring – O Aviso. Respondi que não e ele disse que era a estória de uma cassete de vídeo desconhecida, que as pessoas que vissem o filme dessa cassete, morriam passado sete dias. Bocejei e perguntei o que isso tinha a ver com a minha falta de sexo, ao que Almerindo disse que existia na realidade uma cassete de vídeo pornográfica, que quem a visse, passados sete dias tinha coito garantido, daquele granel até não mais acabar.
Sorri e pedi-lhe a cassete, ele respondeu que a arranjaria, mas que a cassete só dava resultado uma vez a cada pessoa, não adiantava por isso ver mais vezes.
Dias depois finalmente, meu primo arranjou a cassete, entusiasmado passei pela casa de banho à procura do papel higiénico (sempre indispensável para um punheteiro profissional) e vi pela primeira vez a cassete. Confesso que o conteúdo não me agradou, pois começa com uma cama por fazer sem ninguém, que começa a girar e de repente passa para uma velha toda engelhada e sem dentes a fazer um broche a uma picha, sem se ver a cara a que pertencia a dita. Depois passa para uma mulher imensamente gorda, que se penteia ao espelho e de repente, as suas roupas desaparecem e só se vê o seu volumoso e monstruoso corpo a ser possuído por trás, acabando assim de repente o filme. Virei a cara para o lado, tentando impedir o vómito que me subia esófago acima, quando tocou o telefone. Assustei-me, mas fui atender, do outro lado dizia assim uma voz doce e quente, com sotaque brasileiro:
- Eu te quero, me aguarde em sete dias.
Fiquei satisfeito, a voz era sensual. Durante sete dias, masturbei-me como um louco, tentando associar a voz a um corpo, até que chegou a hora em que tinha visto o filme. As luzes de minha casa apagaram-se, a televisão acendeu-se com um som de chuva enorme, até que da televisão, começou a sair a mulher gorda que se via no filme, ao ver-me, revirou os olhos e disse:
- Tu é que viste o filme? Foda-se.
E voltou a entrar pelo ecrã adentro.
Estava eu a queixar-me ao meu primo Almerindo, da falta de sexo, quando ele me perguntou se eu tinha visto um filme chamado The Ring – O Aviso. Respondi que não e ele disse que era a estória de uma cassete de vídeo desconhecida, que as pessoas que vissem o filme dessa cassete, morriam passado sete dias. Bocejei e perguntei o que isso tinha a ver com a minha falta de sexo, ao que Almerindo disse que existia na realidade uma cassete de vídeo pornográfica, que quem a visse, passados sete dias tinha coito garantido, daquele granel até não mais acabar.
Sorri e pedi-lhe a cassete, ele respondeu que a arranjaria, mas que a cassete só dava resultado uma vez a cada pessoa, não adiantava por isso ver mais vezes.
Dias depois finalmente, meu primo arranjou a cassete, entusiasmado passei pela casa de banho à procura do papel higiénico (sempre indispensável para um punheteiro profissional) e vi pela primeira vez a cassete. Confesso que o conteúdo não me agradou, pois começa com uma cama por fazer sem ninguém, que começa a girar e de repente passa para uma velha toda engelhada e sem dentes a fazer um broche a uma picha, sem se ver a cara a que pertencia a dita. Depois passa para uma mulher imensamente gorda, que se penteia ao espelho e de repente, as suas roupas desaparecem e só se vê o seu volumoso e monstruoso corpo a ser possuído por trás, acabando assim de repente o filme. Virei a cara para o lado, tentando impedir o vómito que me subia esófago acima, quando tocou o telefone. Assustei-me, mas fui atender, do outro lado dizia assim uma voz doce e quente, com sotaque brasileiro:
- Eu te quero, me aguarde em sete dias.
Fiquei satisfeito, a voz era sensual. Durante sete dias, masturbei-me como um louco, tentando associar a voz a um corpo, até que chegou a hora em que tinha visto o filme. As luzes de minha casa apagaram-se, a televisão acendeu-se com um som de chuva enorme, até que da televisão, começou a sair a mulher gorda que se via no filme, ao ver-me, revirou os olhos e disse:
- Tu é que viste o filme? Foda-se.
E voltou a entrar pelo ecrã adentro.
Finalmente o Santo Graal
Pois é, pois é. Ao fim de vinte e seis anos, onze meses e trinta dias deixei de ser virgem. Foi lindo como todos imaginam. Nove segundos para recordar para toda a vida. E ainda por cima, foi com uma virgem, imaginem. Nunca pensei ter essa imensa sorte na vida. Bom, é verdade que tive uma surpresa a meio da demanda pelo Santo Graal, mas vão concordar que nem isso retira o brilho. Explicando; quando estava a fazer o habitual cunilingus, sentia na minha boca um sabor pútreo de excrementos, não consegui continuar, sem lhe fazer a pergunta:
- Olha, sem querer ofender, mas tu lavas as partes baixas?
Ela, muito envergonhada, lá me respondeu:
- Desculpa, é que até aos sete anos de idade, eu não tinha ânus, nasci com uma malformação, então fazia as necessidades pela minha vulva...
Bom, achei melhor parar com o minete, mas perder uma oportunidade daquelas, isso não. Saquei do preservativo e como já tinha dito, nove segundos depois explodia num orgasmo, antes de ir a correr para a casa de banho lavar os dentes. Isto já se passou à quase 24 horas e ainda sinto o sabor a merda na minha boca. Foda-se.
Pois é, pois é. Ao fim de vinte e seis anos, onze meses e trinta dias deixei de ser virgem. Foi lindo como todos imaginam. Nove segundos para recordar para toda a vida. E ainda por cima, foi com uma virgem, imaginem. Nunca pensei ter essa imensa sorte na vida. Bom, é verdade que tive uma surpresa a meio da demanda pelo Santo Graal, mas vão concordar que nem isso retira o brilho. Explicando; quando estava a fazer o habitual cunilingus, sentia na minha boca um sabor pútreo de excrementos, não consegui continuar, sem lhe fazer a pergunta:
- Olha, sem querer ofender, mas tu lavas as partes baixas?
Ela, muito envergonhada, lá me respondeu:
- Desculpa, é que até aos sete anos de idade, eu não tinha ânus, nasci com uma malformação, então fazia as necessidades pela minha vulva...
Bom, achei melhor parar com o minete, mas perder uma oportunidade daquelas, isso não. Saquei do preservativo e como já tinha dito, nove segundos depois explodia num orgasmo, antes de ir a correr para a casa de banho lavar os dentes. Isto já se passou à quase 24 horas e ainda sinto o sabor a merda na minha boca. Foda-se.
Maximino segundo Edgar Allan Poe
Numa noite agreste, enquanto batia, lenta com ele em riste,
Pívias usando métodos ancestrais,
Já quase dormia, nesta cíclica melancolia,
Quando me bateram levemente nos umbrais,
Apertava a berguilha e para mim dizia:
“Uma visita e nada mais.”
Eu bem me lembro, dessa punheta em Dezembro,
O lume na lareira ardia, criando sombras desiguais,
Como eu esgalhava, até de madrugada
Para esquecer (em vão!) a imagem da mulher com as mamas descomunais
Essa que nem sei o nome, e receio que sabe-lo jamais!
Com as mãos roborizadas, o rosto já roxo
Me levantei, dirigindo-me à porta, nos meus trajes habituais!
Fodido de ser interrompido, abri a porta e gritei para os umbrais;
“Vai pró caralho, e não voltes mais.”
Voltei a mim num instante, fiquei confuso e hesitante,
“Senhor” eu disse, “com certeza me desculpais;
Uma punheta estava tocando, ia adormecendo
E ouvi algo batendo, batendo nos umbrais,
Que fiquei pior que merda, nessa noite e noutras mais.”
Numa noite agreste, enquanto batia, lenta com ele em riste,
Pívias usando métodos ancestrais,
Já quase dormia, nesta cíclica melancolia,
Quando me bateram levemente nos umbrais,
Apertava a berguilha e para mim dizia:
“Uma visita e nada mais.”
Eu bem me lembro, dessa punheta em Dezembro,
O lume na lareira ardia, criando sombras desiguais,
Como eu esgalhava, até de madrugada
Para esquecer (em vão!) a imagem da mulher com as mamas descomunais
Essa que nem sei o nome, e receio que sabe-lo jamais!
Com as mãos roborizadas, o rosto já roxo
Me levantei, dirigindo-me à porta, nos meus trajes habituais!
Fodido de ser interrompido, abri a porta e gritei para os umbrais;
“Vai pró caralho, e não voltes mais.”
Voltei a mim num instante, fiquei confuso e hesitante,
“Senhor” eu disse, “com certeza me desculpais;
Uma punheta estava tocando, ia adormecendo
E ouvi algo batendo, batendo nos umbrais,
Que fiquei pior que merda, nessa noite e noutras mais.”
Maximino segundo Stephen King
À espera de um milagre.
À espera de um milagre.
Sunday, November 23, 2003
Maximino segundo Voltaire
Vindo da orfandade, existia num grande castelo, o adoptado Maximino, rapaz sedento de conhecimentos... bom, digamos da vida. Estava o grande rei a passear num dos imensos corredores, quando ouviu guinchos por detrás dum biombo real e logo deu asas à sua imaginação de tarado sexual e ao voyeurista que existe em cada um de nós. Logo, o seu ar de depravado evaporou-se, enquanto exclamava:
- Cunimunda! Minha filha! Que fazes com esse bastardo de merda?
- Papá, papá! Eu amo o Maximino! Quero-me casar com ele!
- Com essa fraca figura ignóbil, que depende da minha bondade?
- Sim, eu amo-o.
Enquanto isso, na cabeça atordoada de Maximino: “Foda-se para o rei. Agora que estava quase a saber o que era um broche!”
Virando-se o Rei para Maximino, profere ele estas palavras duras:
- Sai da minha vista seu filho de mãe incógnita, seu ingrato! Querias retirar a virgindade de minha filha...
- Mas papá... eu não sou virgem. Não te lembras daquela noite em que estavas tão bêbado que me possuíste, pensando que era minha tia?
- Bom, é verdade, mas não interessa, parte Maximino e que teu nome seja amaldiçoado como o maior transsexual lésbico do reino.
- Senhor, se expulsais Maximino, eu irei com ele...
- Então parte com ele, Pichgross.
E então partiram o mestre e o aluno.
- Pichgross, tu meu mestre o maior filósofo da pachacha do reino, deixaste o reino por mim, que iremos fazer agora?
- Cala-te e aprende comigo. Estava farto do rei e chegou o tempo de conhecer novos locais, com o dinheiro da rescisão que tive e com o subsídio de férias adiantado, podemos ir até Bragança, conhecer pito brasileiro por tuta e meia. Vem Maximino, partamos rapidamente que já me cheia a bacalhau de Vera Cruz.
- E como poderei partir sem ter a meu lado a doce e virginal, Cunimunda?
- Virginal? Hahaha! Acho que deves ter sido a única pessoa do reino que não a comeu, meu ingénuo Maximino.
- Mentes, tu decerto que não a comeste mestre...
- Enganas-te! Cheira os meus dedos que já estiveram dentro dela e sorve a sua fragrância!
- É verdade! Eu reconhecia o seu cheiro de bacalhau demolhado com um pouco de natas estragadas em qualquer sítio, a puta! Partamos então para Bragança.
Vindo da orfandade, existia num grande castelo, o adoptado Maximino, rapaz sedento de conhecimentos... bom, digamos da vida. Estava o grande rei a passear num dos imensos corredores, quando ouviu guinchos por detrás dum biombo real e logo deu asas à sua imaginação de tarado sexual e ao voyeurista que existe em cada um de nós. Logo, o seu ar de depravado evaporou-se, enquanto exclamava:
- Cunimunda! Minha filha! Que fazes com esse bastardo de merda?
- Papá, papá! Eu amo o Maximino! Quero-me casar com ele!
- Com essa fraca figura ignóbil, que depende da minha bondade?
- Sim, eu amo-o.
Enquanto isso, na cabeça atordoada de Maximino: “Foda-se para o rei. Agora que estava quase a saber o que era um broche!”
Virando-se o Rei para Maximino, profere ele estas palavras duras:
- Sai da minha vista seu filho de mãe incógnita, seu ingrato! Querias retirar a virgindade de minha filha...
- Mas papá... eu não sou virgem. Não te lembras daquela noite em que estavas tão bêbado que me possuíste, pensando que era minha tia?
- Bom, é verdade, mas não interessa, parte Maximino e que teu nome seja amaldiçoado como o maior transsexual lésbico do reino.
- Senhor, se expulsais Maximino, eu irei com ele...
- Então parte com ele, Pichgross.
E então partiram o mestre e o aluno.
- Pichgross, tu meu mestre o maior filósofo da pachacha do reino, deixaste o reino por mim, que iremos fazer agora?
- Cala-te e aprende comigo. Estava farto do rei e chegou o tempo de conhecer novos locais, com o dinheiro da rescisão que tive e com o subsídio de férias adiantado, podemos ir até Bragança, conhecer pito brasileiro por tuta e meia. Vem Maximino, partamos rapidamente que já me cheia a bacalhau de Vera Cruz.
- E como poderei partir sem ter a meu lado a doce e virginal, Cunimunda?
- Virginal? Hahaha! Acho que deves ter sido a única pessoa do reino que não a comeu, meu ingénuo Maximino.
- Mentes, tu decerto que não a comeste mestre...
- Enganas-te! Cheira os meus dedos que já estiveram dentro dela e sorve a sua fragrância!
- É verdade! Eu reconhecia o seu cheiro de bacalhau demolhado com um pouco de natas estragadas em qualquer sítio, a puta! Partamos então para Bragança.
O amigo garanhão
Certo sábado à noite, decidi deixar o meu grupo habitual de amigos e fui sair com outro que se gabava constantemente do elevado índice de gajas que “comia”. Não é que o sacana estava a falar a sério? Fomos a uma discoteca qualquer, e sendo duas da manhã estava já cheia, embora dançar seja um bocado roto, tem desculpa se for para impressionar gajas, embora impressionar seres inferiores seja humilhante, logo, na verdade, não deixa de ser roto. Olhou em volta e disse-me, escolhe uma para eu conhecer e logo lhe indiquei a escolha, algo apetecível sim senhora, mas que era mais o seu estilo do que o meu e ele confiantemente dirige-se a ela e inicia o seguinte diálogo, que transcrevo na sua totalidade, pois acho-o de uma riqueza extrema:
- Olá. Tudo bem? – diz o meu amigo.
- Olá. Está tudo e contigo. – responda a rapariga sem deixar de dançar.
- Está tudo e contigo?
- Também e contigo.
Neste momento, o meu amigo espeta um beijo na boca dela, ao que ela responde com um linguado, foi um contra-ataque rápido e ardiloso por parte dela, ao que ele respondeu com valentes lambidelas por toda a face.
Bom, pensei eu, a fórmula é tão fácil e eu é que fui sempre um nabo à procura das melhores frases e dirige-me para a morena de cabelo preto, longo e ondulado que bailava por perto e disse, parafraseando Shakeaspeare:
- “Anjo de amores que no meio da noite me apareces (...)”
- Quê é que estás a dizer? Desaparece!
Foi trigo limpo! A minha abordagem falhou como a Invencível Armada Espanhola! Enfim, ia tentar a abordagem mais corriqueira, mas até agora com melhores resultados e logo vi outra rapariga atractiva, a quem me dirigi e disse:
- Olá. Tudo bem?
- Olá. Está tudo e contigo. .
- Está tudo e contigo?
- És deficiente ou quê? Não sabes dizer mais nada!
Afastei-me. Fraca abordagem. Será de mim?
Certo sábado à noite, decidi deixar o meu grupo habitual de amigos e fui sair com outro que se gabava constantemente do elevado índice de gajas que “comia”. Não é que o sacana estava a falar a sério? Fomos a uma discoteca qualquer, e sendo duas da manhã estava já cheia, embora dançar seja um bocado roto, tem desculpa se for para impressionar gajas, embora impressionar seres inferiores seja humilhante, logo, na verdade, não deixa de ser roto. Olhou em volta e disse-me, escolhe uma para eu conhecer e logo lhe indiquei a escolha, algo apetecível sim senhora, mas que era mais o seu estilo do que o meu e ele confiantemente dirige-se a ela e inicia o seguinte diálogo, que transcrevo na sua totalidade, pois acho-o de uma riqueza extrema:
- Olá. Tudo bem? – diz o meu amigo.
- Olá. Está tudo e contigo. – responda a rapariga sem deixar de dançar.
- Está tudo e contigo?
- Também e contigo.
Neste momento, o meu amigo espeta um beijo na boca dela, ao que ela responde com um linguado, foi um contra-ataque rápido e ardiloso por parte dela, ao que ele respondeu com valentes lambidelas por toda a face.
Bom, pensei eu, a fórmula é tão fácil e eu é que fui sempre um nabo à procura das melhores frases e dirige-me para a morena de cabelo preto, longo e ondulado que bailava por perto e disse, parafraseando Shakeaspeare:
- “Anjo de amores que no meio da noite me apareces (...)”
- Quê é que estás a dizer? Desaparece!
Foi trigo limpo! A minha abordagem falhou como a Invencível Armada Espanhola! Enfim, ia tentar a abordagem mais corriqueira, mas até agora com melhores resultados e logo vi outra rapariga atractiva, a quem me dirigi e disse:
- Olá. Tudo bem?
- Olá. Está tudo e contigo. .
- Está tudo e contigo?
- És deficiente ou quê? Não sabes dizer mais nada!
Afastei-me. Fraca abordagem. Será de mim?
Introduzindo-me
Sorano de Efeso, ginecologista que vivem no ano 100, achava que o útero era a causa de perturbações mentais. Ele não estava certo, mas também errou por pouco. A vulva é a causa de muitas perturbações mentais... nos homens. Eu, por exemplo, sou um tarado por gajas, o pior é que não é reciproco e cá estou só triste e deprimido. Tudo o que pode resultar em noites bem passadas e acompanhas pelo sexo feminino, eu tento, mas a resposta não é bem a esperada.
Li uma vez que um estudo realizado pela Universidade de Toulouse revelava que os homens que conduzem mais de três horas por dia, demoram mais tempo a ter descendência. Ora eu pensei, demorar mais tempo a ter descendência, no meu caso que não tenho namorada é igual a mais tempo sem ter relações sexuais, como caixeiro-viajante que sou, abandonei logo a profissão numa carta de demissão, que aludia ao facto de ter de preservar a minha saúde. Fiquei desempregado, mas aparecer mulher na minha vida não apareceu.
Então um artigo de uma revista que já não me lembro qual veio renovar-me a esperança. As pessoas que bebem mais café têm uma maior frequência de relações sexuais e um prazer mais intenso. Para quem não bebia café, comecei a beber diariamente entre 30 a 40 cafés. Aaaagggoorrrraaaaa ttttrrreeemmmoooo pppoooorrrr ttttoooddddoooosss oooossss lllaaaaddddoooosss!!!!!!
Desempregado com o tempo livre e com excesso de café, mas sem namorada para ter a dose de coito que um homem merece, confesso que as erecções que tenho são prolongadas e que a masturbação tem uma dose de prazer extra, embora tenha as mãos cheias de bolhas.
Por agora chega, mas as desventuras irão prosseguir...
Sorano de Efeso, ginecologista que vivem no ano 100, achava que o útero era a causa de perturbações mentais. Ele não estava certo, mas também errou por pouco. A vulva é a causa de muitas perturbações mentais... nos homens. Eu, por exemplo, sou um tarado por gajas, o pior é que não é reciproco e cá estou só triste e deprimido. Tudo o que pode resultar em noites bem passadas e acompanhas pelo sexo feminino, eu tento, mas a resposta não é bem a esperada.
Li uma vez que um estudo realizado pela Universidade de Toulouse revelava que os homens que conduzem mais de três horas por dia, demoram mais tempo a ter descendência. Ora eu pensei, demorar mais tempo a ter descendência, no meu caso que não tenho namorada é igual a mais tempo sem ter relações sexuais, como caixeiro-viajante que sou, abandonei logo a profissão numa carta de demissão, que aludia ao facto de ter de preservar a minha saúde. Fiquei desempregado, mas aparecer mulher na minha vida não apareceu.
Então um artigo de uma revista que já não me lembro qual veio renovar-me a esperança. As pessoas que bebem mais café têm uma maior frequência de relações sexuais e um prazer mais intenso. Para quem não bebia café, comecei a beber diariamente entre 30 a 40 cafés. Aaaagggoorrrraaaaa ttttrrreeemmmoooo pppoooorrrr ttttoooddddoooosss oooossss lllaaaaddddoooosss!!!!!!
Desempregado com o tempo livre e com excesso de café, mas sem namorada para ter a dose de coito que um homem merece, confesso que as erecções que tenho são prolongadas e que a masturbação tem uma dose de prazer extra, embora tenha as mãos cheias de bolhas.
Por agora chega, mas as desventuras irão prosseguir...